Protocolo de Kyoto

Entrevista: Aluno da 32ª turma do MBE, a pós-graduação em meio ambiente da COPPE/UFRJ, fala sobre o tema de seu TCC.

Gustavo Aiex Lopes - Protocolo de KyotoGustavo Aiex Lopes, aluno da 32ª turma do MBE, é o nosso entrevistado e irá desenvolver o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) com o tema: A segunda fase do Protocolo de Kyoto – análise qualitativa dos resultados do primeiro período e a adequação da legislação brasileira para os novos desafios.

 

Gustavo Aiex Lopes – Possui graduação pela Universidade Federal de Ouro Preto. Mestrando em Tecnologia Ambiental pela Universidade Federal Fluminense. Atualmente é analista ambiental da Prefeitura de Porto Real – RJ. Tem experiência na área de Consultoria Ambiental: Avaliação de Passivos Ambientais em Terrenos, Estudo de Impacto Ambiental (EIA), Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), Plano de Controle Ambiental (PCA), Relatório de Controle Ambiental (RCA), Estudo de Impacto na Vizinhança (EIV), Gerenciamento de Resíduos, Licenciamento Ambiental, Outorga para uso de Água, Relatório Ambiental Preliminar (RAP), Sistema de Gestão Ambiental, Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD).

 

1.Ao iniciar o MBE você já pensava em fazer concurso?

 

Após formar no ano de 2009 em Engenharia Ambiental pela Escola de Minas – UFOP a atuação do profissional da área estava enfraquecida e a economia mundial em crise. Poucas eram as opções, apesar da legislação infraconstitucional ambiental ser bastante exigente principalmente relacionada ao licenciamento de atividades potencialmente poluidoras. As empresas de consultoria ambiental não estavam acompanhando o mercado, pois a estagnação industrial se abateu em nosso país. A partir disso vislumbrei a oportunidade de ao invés de desenvolver projetos e estudos, poderia fiscalizá-los e analisá-los, foi quando me deparei com os concursos públicos e desenvolvi uma paixão pelos estudos que somente quem opta por este estilo de vida compreende. E isso se perpetua até hoje.

 

2. Por que você escolheu a Pós em Meio Ambiente depois de ter se graduado em Engenharia Ambiental?

 

Após alguns anos estudando para concursos sem fugir da área e da minha profissão senti a necessidade de refinar os conhecimentos adquiridos durante minha trajetória. Procurei incansavelmente um curso que me proporcionasse essa aspiração. A Pós-graduação em meio ambiente da Coppe/UFRJ se encaixou perfeitamente em meus planos de crescimento e aperfeiçoamento profissional.

 

3. Em quais concursos você já foi aprovado?

 

1º lugar – Prefeitura de Porto Real – Analista Ambiental
1º lugar – Secretaria de Estado de Meio ambiente e Desenvolvimento Sustentável – MG – Gestor Ambiental 
2º lugar –  Agência da Bacia do Rio Paraíba do Sul – AGEVAP – Especialista em Recursos Hídricos.
4º lugar – Petrobras / Liquigás – Engenheiro de Meio Ambiente Júnior
5º lugar – VALEC Engenharia, Construções e Ferrovias – Engenheiro Ambiental
9º lugar – INFRAERO – Engenheiro Ambiental
11º lugar – INFRAERO – Engenheiro Ambiental
11º lugar – Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal – Analista de Sistema de Saneamento.
14º lugar – Petrobrás / BR Distribuidora – Profissional do meio Ambiente Junior
17º lugar – Petrobrás / Transpetro – Profissional do meio Ambiente Junior
23º lugar – Ministério Público da União – Perito – Especialista em Engenharia Ambiental
e outros…

 

4.  O programa destes concursos guarda semelhanças com o programa do MBE?

 

A grade curricular do programa de Pós-graduação em meio ambiente da Coppe/UFRJ além de possuir exatamente o mesmo conteúdo da graduação em Engenharia Ambiental preservada as devidas proporções possui semelhança com todos os editais em que são oferecidas vagas para o profissional de engenharia ambiental. Trata-se de uma preparação antecipada para todas as provas que serão realizadas. Professores qualificados que além de propagarem o conhecimento elucidam as principais questões que geram polêmicas nos concursos para engenheiro ambiental.